Os TABLETs como a Ferramenta do Futuro para o Ensino

By Comunicacão FAPPES 6 anos ago

Por: Leandro Berchielli – Diretor Geral da FAPPES

Desde 2010, temos notado o crescimento acelerado das vendas dos Tablets no Brasil, especialmente após a disseminação do sistema aberto Android (sistema operacional do Google), que deverá equipar a grande maioria desses dispositivos. A tendência é de se tornarem, até 2015, uma das mais populares formas de acesso à Web, revolucionando a forma como se consome a informação, ameaçando a hegemonia das editoras impressas, que terão de adaptar suas obras ao novo mundo digital que ora se apresenta.

Mas afinal, o que é um Tablet?  Nada mais é do que uma espécie de dispositivo pessoal em forma de uma prancheta ou tablete, daí a origem do seu nome.  Esse dispositivo permite que o usuário acesse a Internet, visualize fotos, ouça músicas, veja vídeos, receba e-mails, grave seus arquivos, estude, entre diversas outras possibilidades, podendo até mesmo instalar jogos. Além disso, possibilita a leitura de livros diretamente na tela, algo que vem sendo bastante disseminado nos Estados Unidos, especialmente após o lançamento do “Kindle” da Amazon, que é limitado apenas a essa última tarefa, barreira que foi completamente vencida pelos atuais Tablets.

Mas o que os Tablets podem fazer pela Educação ou em relação à forma de educar? Os Tablets podem (e devem) revolucionar a forma como se “consome” o conhecimento, facilitando ainda mais o acesso à informação e, acima de tudo, diminuindo os custos para se formar um aluno, seja no ensino fundamental, médio ou superior.
Isso ocorre porque, sendo uma plataforma que permite a reunião de milhares de livros em um único dispositivo, capaz de serem acessados por um só clique, torna desnecessária a impressão do material, o que acarretará em uma efetiva diminuição de custos, tanto de impressão quanto de espaço físico para a sua armazenagem, além de preservar o meio ambiente, por meio da diminuição da derrubada de árvores.

Mas antes que isso se torne possível, é necessário que as Editoras se programem e já antecipem a digitalização do seu material. O grande impasse, para essa simples solução, repousa na possibilidade de quebra de direitos autorais, ou seja, em garantir que aquela obra não seja “pirateada”, situação semelhante vivida pelo MP3 no final da década de 90, auge do Napster, em que as gravadoras brigavam pela extinção do referido formato de arquivo, mas acabaram sendo obrigadas a se render à nova tendência e, ao invés de extinguir e lutar contra a tendência de disseminação digital das músicas, criou mecanismos de venda individual desses arquivos, por meio de grandes lojas virtuais, como a Apple Store.
Portanto, caso não queiram ver seus livros transformados em PDFs piratas, as editoras deverão se apressar em transformar suas obras, especialmente as universitárias, em material digital, colocando à venda nas grandes lojas agregadoras de conteúdo, como a Apple Store e a Apps Lib Market, do Android.

A digitalização do livro pode contribuir muito em países como o Brasil, cujo acesso ao material impresso é um dos mais caros do mundo, apesar da imunidade fiscal dispensada ao mesmo. Isso quer dizer que o acesso ao conhecimento pode ser democratizado, com a simples utilização de uma ferramenta informática, que inclusive tornaria eterna a obra, isenta de qualquer ação danosa decorrente do tempo ou condições climáticas.

Nessa linha de convicções, as editoras de livros, ao invés de perderem mercado, poderão atingir uma fatia muito maior, que antes não poderia investir nos caros livros impressos, além de não haver necessidade de investimento em uma grande rede de loja de varejos para distribuição das obras, que torna ainda mais cara a venda de livros, sendo necessário apenas o gerenciamento das obras por meio de mecanismos já existentes.

Diante disso, torna-se inegável que o futuro dos livros será a Web, o mesmo destino das músicas, que até então eram apenas comercializadas em meios físicos, como o “CD”, sendo os Tablets uma ferramenta perfeita para o consumo dessas obras, dada a sua facilidade de manuseio e locomoção.

É necessário frisar, ainda, que o Tablet pode ser muito proveitoso para produção de pesquisas científicas, que são a base do desenvolvimento tecnológico e social de um país, especialmente um país extremamente carente de pesquisas científicas como o Brasil. A colaboração decorre pela própria facilitação de acesso à obras, inclusive obras raras, permitindo que o pesquisador consiga acessar todo o material nas palmas da sua mão, sem a necessidade de se dirigir a uma biblioteca, esteja ele em qualquer ponto do globo, bastando que tenha acesso à Internet.

Diante desse cenário que ora se desenha, as Instituições de Ensino não podem ficar alheias a essa mudança que ocorre a uma velocidade estrondosa. Devem iniciar, desde já a adoção dessas ferramentas como suporte ao ensino.

A FAPPES sai na frente nesse mercado. Após ser a primeira instituição brasileira a aderir ao Google Apps for Education, ferramenta web que permite o acesso integrado de diversos aplicativos e facilitador da comunicação da comunidade acadêmica de uma Instituição de Ensino, inova mais uma vez, sendo a 1ª Faculdade do Brasil a efetivamente entregar Tablets  aos seus alunos, sem cobrar por isso, apenas criando um vínculo de fidelidade com os mesmos.

Inicialmente, já no 2º semestre de 2011, o Tablet será utilizado como forma de suporte ao ensino, com a facilitação do acesso ao Google Apps for Education, sistema em que será disponibilizado aos alunos todo o material de apoio das aulas, ferramentas de integração com a Instituição e, ainda, um email “@fappes.edu.br”, suportado pelo Gmail.

Em um segundo momento, prevê-se a adoção de livros digitais a serem distribuídos aos alunos, seja por meio daqueles futuramente disponibilizados pelas editoras, seja fruto dos grupos de pesquisas formados com tal objetivo pelo corpo docente da FAPPES.

Essa é a razão que torna o curso de Administração da FAPPES um dos melhores do Brasil para se estudar, tanto em razão de sua ótima avaliação pelo MEC, reconhecido com nota 5 em metodologia de ensino e infra-estrutura de ensino, quanto pela modernidade de suas ações, que colocam à disposição do aluno o que há de melhor no mundo tecnológico relacionado ao mercado de trabalho e à pesquisa científica.

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