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Se você curte um game e já se perguntou se dá mesmo para aprender jogando, temos uma resposta de três letras: sim! O uso de jogos eletrônicos na educação é uma grande aposta pedagógica para os próximos anos por um motivo simples: é eficiente.

Para quem ainda não entende muito bem o conceito, a gamificação é a proposta de usar a lógica e as dinâmicas dos jogos para gerar interação e engajamento. Quando aplicada à educação, a ideia dessa ferramenta é aproximar os conteúdos das matérias do universo de interesses dos alunos, tornando o aprendizado mais motivador e prazeroso.

Quer descobrir como você pode aprender jogando? Este post conta tudo!

Por que a gamificação funciona?

Os jogos eletrônicos trabalham aspectos como raciocínio rápido, criatividade, resolução de problemas, pensamento estratégico, poder de concentração e, no caso dos jogos em rede, a capacidade de trabalhar em equipe. Coincidentemente ou não, todas essas são habilidades muito demandadas pelo mercado de trabalho.

Mais ou menos por volta de 2010, especialistas, como a designer de jogos Jane McGonigal e a empresária Flora Alves — autora do livro Gamification —, começaram a perceber que essa característica dos videogames poderia ser aplicada a outras dimensões da vida, além do entretenimento.

Hoje, quase uma década depois de se começar a usar essa ferramenta, já se sabe mais sobre ela. Essa tecnologia está sendo usada por algumas faculdades, como a Fappes, que tem a gamificação como ferramenta de inovação nos cursos de administração e outros.

Veja por que os jogos são eficientes como ferramenta de aprendizado:

Caráter lúdico

Todo mundo que já pegou um game sabe: jogar é divertido. Até quando o jogo tem caráter educativo, é possível se divertir com ele. Isso dilui a pressão do aprendizado e desassocia os estudos da sensação de obrigação e contrariedade. Dessa forma, o aluno tem mais prazer e mais vontade de estudar.

Método de estudo aderente

Quem nunca disse para si mesmo que jogaria só até a passagem de nível e se encontrou, horas depois, quase zerando o jogo? Isso acontece porque os games prendem a atenção e estimulam o envolvimento do jogador com a tarefa.

Quando o jogo faz parte de uma estratégia de ensino, todo aquele tempo que você passou concentrado se divertindo também foi um investimento de energia e atenção nos conteúdos da matéria.

A gamificação faz parte de uma metodologia ativa de ensino que torna o estudo uma tarefa divertida, o que se converte em maior tempo de dedicação por parte do aluno. E aí não tem segredo: quem estuda mais aprende mais.

Sistema de desafios e recompensas

O nosso cérebro é programado para funcionar melhor quando é recompensado. Nós nos sentimos mais motivados quando sabemos que há um prêmio no fim de determinada tarefa porque isso estimula a produção de neurotransmissores relacionados ao prazer e à sensação de bem-estar.

Os games possuem um sistema que age de acordo com esse funcionamento: a cada tarefa, ganhamos mais pontos, que se convertem em vantagens para terminarmos melhor ou mais rapidamente o jogo. Isso faz com que você seja cada vez mais estimulado a jogar e a passar mais tempo envolvido com aquela ação.

Transformação da teoria em prática

Nos jogos elaborados como ferramenta de aprendizado, os alunos devem usar os conhecimentos adquiridos em sala de aula para solucionar os desafios propostos pelo enredo do game. Isso desenvolve uma característica importante para o mercado de trabalho, que é saber a teoria para a prática.

Afinal, não adianta nada ter o livro decorado de ponta a ponta, se você não sabe aplicar nenhum daqueles princípios à vida real quando necessário.

Interdisciplinaridade

Outra característica dos games educativos é que eles costumam combinar habilidades e conhecimentos de diferentes áreas em uma mesma narrativa. Com isso, o aluno desenvolve a habilidade de usar as informações de forma transversal e cruzar dados de diferentes campos do saber para criar uma solução para um problema.

Além de treinar para o mercado de trabalho, onde essa habilidade será muito necessária, você ainda ativa novas redes de sinapses entre os neurônios, o que favorece o raciocínio rápido e o pensamento criativo.

Protagonismo

Você sabe o que os videogames, os jogos de tabuleiro e o RPG têm em comum? Em todos eles, você é o personagem principal. É você quem toma as decisões, escolhe o que quer fazer, qual estratégia usar e, claro, vive as consequências dessas escolhas depois.

Com isso, os jogos estão desenvolvendo uma característica importante: o protagonismo. O aluno passa a depender menos de informações que já chegam prontas até ele e tem mais capacidade e proatividade de buscar, por si mesmo, os dados e conteúdos complementares de que precisa para o desenvolvimento de seus projetos.

Quais os pilares da gamificação?

Todos os jogos têm objetivos bem definidos. Seja comer o maior número de bolinhas sem ser capturado por um fantasminha, seja resgatar a princesa ou sobreviver ao apocalipse zumbi, você sempre precisa alcançar algo. Nos jogos educativos, além do objetivo da narrativa do jogo, há ainda uma segunda função: contribuir para o aprendizado dos alunos.

Para que essa segunda meta seja alcançada, os games precisam ser desenvolvidos seguindo algumas regras. Veja:

Storyline

É a situação do jogo, o contexto em que o jogador se encontra. Quem é o jogador, quais as suas tarefas, o que ele está fazendo ali naquele ambiente digital? Dependendo do objetivo, essa storyline pode ser usada para promover ou desenvolver características de competição, colaboração, raciocínio lógico, por exemplo.

Tarefas

O objetivo máximo do jogo só vai ser alcançado por meio de metas intermediárias. São elas que vão dar ao jogador um sentido do que fazer para chegar ao fim. Essas tarefas, que devem ser cumpridas em determinado intervalo de tempo, podem ser muito simples ou mais complexas, dependendo do nível do jogador.

Progressão

Um dos princípios que fazem o jogo ser tão motivador é o fato de ele sempre propor desafios para o jogador. Portanto, para manter essa motivação, é importante que haja uma progressão nos níveis de complexidade dos níveis dos games. Isso também possibilita aprofundar mais os conteúdos que se deseja desenvolver.

Feedback

Todo game é autoexplicativo. A própria narrativa fornece as informações de que o jogador precisa para cumprir as tarefas e também dá os feedbacks sobre o sucesso da ação. Se o jogador atinge a meta, passa para outro nível. Se não, trabalha mais um pouco nesse nível até estar pronto para o seguinte.

Quais as vantagens de aprender jogando?

Aprender enquanto se diverte já é uma vantagem e tanto da gamificação, não é mesmo? Mas ainda há outras! Por seu caráter lúdico, os jogos diluem a pressão do aprendizado sobre o estudante. Se você ainda não entendeu bem aquele ponto, tudo bem: basta repetir o nível mais uma vez e fixar o conteúdo na mente.

Os games também são uma forma de ensino personalizado, já que você escolhe a melhor hora para estudar, quanto tempo dedicar e até onde ir. Além disso, o estudante se torna o protagonista de sua trajetória, pois até o próprio aprendizado é fruto de suas escolhas. O professor, por sua vez, assume o papel de orientador, guiando o aluno em sua caminhada.

Gostou de saber mais sobre a gamificação e de descobrir que é possível aprender se divertindo? Então, compartilhe este post em suas redes sociais e convide os seus amigos para uma partida educativa. Apostamos que eles vão adorar!

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