Carreira de executivo: o que é preciso para se tornar um?

By Comunicacão FAPPES 3 meses ago

A carreira de executivo é desejada por um grande número de pessoas. Ela é glamourizada em filmes, mencionada em revistas que tratam de assuntos econômicos e empresariais, além de estar sempre vinculada ao topo do sucesso no mundo dos negócios. Quando falamos nesse cargo, o associamos a poder, autoridade e dinheiro.

Mas o que exatamente um/a executiv@ faz? Como se preparar para ocupar essa posição dentro de uma empresa? Que cursos fazer para se qualificar para a vaga? Ainda mais importante: qual é o papel del@ nas grandes organizações?

Ficou interessad@? Então não perca este post. Nós vamos contar tudo o que você precisa saber para se tornar um/a executiv@ e se destacar no mercado. Pront@ para começar?

O que um/a executiv@ faz de verdade?

Executiv@s são profissionais que assumem funções gerenciais importantes nas organizações. El@s estão presentes nos mais diferentes setores e podem atuar nos diversos departamentos de uma organização: administração, marketing, recursos humanos, comunicação entre outros.

Na verdade, @s executiv@s são @s líderes das organizações ou de seus departamentos. El@s atuam em postos de comando e, quer tenham consciência disso ou não, escrevem o futuro das companhias e, de certa forma, até mesmo da sociedade. Como se pode esperar, el@s detêm também os maiores salários do mercado.

Mas talvez você esteja se perguntando quais são os cargos que @s executiv@s exercem. Os nomes podem variar de acordo com o organograma adotado pela corporação, e ultimamente muitos deles receberam siglas que podem confundir quem não está acostumado à linguagem do setor.

Por isso, nós vamos explicar agora quais são os cargos C-level (nível de chefia, em tradução livre), e quais são as funções que eles desempenham:

CEO — Chief Executive Officer

Trata-se do cargo máximo da empresa. Também pode ser definido como presidente-executiv@ ou diretor/a geral da organização. El@ é responsável por tudo que acontece na companhia.

Nas grandes e médias corporações, el@ toma decisões junto a um conselho formado por outr@s diretor@s e / ou acionistas.

CFO — Chief Financial Officer

É um cargo mais específico, em que est@ executiv@ desempenha a função de chefe das finanças da organização. El@ organiza, distribui e controla os recursos financeiros, além de fornecer informações sobre o andamento da companhia a investidor@s.

CMO — Chief Marketing Officer

Ess@ executiv@ é o responsável pelo departamento de marketing das organizações. Costuma trabalhar em conjunto com a equipe de comunicação, porém todas as ações precisam ser aprovadas por el@.

O CMO é responsável não só pelas ações publicitárias da companhia, mas por todo o processo de construção de uma imagem junto a acionistas, colaborador@s, consumidor@s e até mesmo perante a sociedade.

COO — Chief Operation Officer

Como braço direito d@ CEO, @ chefe de operações atua na coordenação mais próxima das rotinas e processos de uma companhia. Dependendo da estrutura hierárquica, pode receber o título de presidente.

CTO — Chief Technology Officer

Como diretor@ de tecnologia, @ CTO comanda todo o setor de pesquisa e desenvolvimento. O foco de sua atuação é a criação ou o aperfeiçoamento do produto que será vendido ao (à) consumidor@.

CPO – Chief Product Officer

@ diretor@ de produtos comanda todas as atividades que levam ao desenvolvimento e produção dos produtos oferecidos pela empresa, desde o projeto até a execução.

CIO – Chief Information Officer

No Brasil, esse cargo é conhecido como diretor@ de TI (Tecnologia da Informação). El@ responde pela área de informática de uma empresa. Diferentemente d@ CTO, o foco de seu trabalho é direcionado ao atendimento das necessidades internas da organização.

Uma empresa pode contar ainda com executiv@s para as áreas de vendas, contas, mídias, novos negócios e recursos humanos, sendo que @s profissionais que realizam a gestão de pessoas também são muito valorizad@s.

Ok, mas como é a carreira de executivo?

Como já falamos, a carreira de executivo é considerada o topo do sucesso no mundo dos negócios. Por isso, existem autor@s que até comparam a trajetória dess@s profissionais à jornada de um/a herói(na) de ação.

Porém, não existe uma cartilha que mostre como alcançar essa posição desejada por tant@s. Não é possível fazer um curso de graduação ou pós-graduação que torne @ profissional apt@ a desempenhar o cargo.

“Chegar lá” é uma combinação entre as oportunidades que @ colaborador@ encontra ao longo de sua trajetória profissional com o preparo que tem para exercer aquela função. No entanto, vamos falar de alguns aspectos importantes, baseados no histórico de executiv@s de sucesso.

Passos para a carreira de executivo

O primeiro ponto que um/a futur@ executiv@ precisa entender é: não existe uma fórmula pronta para alcançar o cargo. Por isso, frequentemente, encontramos executiv@s que consideram difícil explicar os motivos da própria ascensão.

Muit@s del@s começaram sua carreira em uma determinada empresa desde cedo, até mesmo como primeiro emprego. Alguns / algumas guardam o crachá de quando ocupavam cargos e posições comuns para iniciantes. O fato é que el@s foram demonstrando seu valor em cada uma dessas etapas e, depois de muito esforço e promoções, alcançaram o topo.

Outr@s já tiveram uma trajetória completamente diferente: iniciaram el@s mesmos um pequeno negócio e, depois de superarem inúmeros desafios, transformaram a pequena empresa em uma grande organização da qual são líderes.

Você vai encontrar alguns / algumas profissionais do passado que trilharam esse caminho sem uma formação específica. Começaram do zero e conquistaram essa posição “na raça”. Mas eram outros tempos…

Na atualidade, formação é essencial. O diploma de curso superior é uma característica de praticamente tod@s @s executiv@s da nova geração. Aliás, ele é um requisito básico, e, por isso, a graduação deve ser o primeiro passo para quem deseja alcançar o topo do sucesso.

Mas isso não é tudo. @ profissional precisa elaborar um plano de desenvolvimento individual para adquirir um conjunto de comportamentos e competências que @ tornem apt@ a desempenhar essas funções.

Entre elas, podemos destacar o foco, orientação para a obtenção de resultados, capacidade de executar projetos e fazê-los saírem do papel, além da já conhecida habilidade para trabalhar em equipe.

Quando el@ consegue desenvolver esse conjunto, cria as condições ideais para a ascensão profissional. Assim, quando surgem as oportunidades, el@ está preparado para assumi-las, mostrar seu valor para a organização, produzir resultados e alcançar progressivamente os cargos desejados.

Rotina de um/a executiv@

Entre as principais atividades estratégicas de um/a executivo@, podemos destacar:

  • Análise: dos cenários econômicos, da concorrência, do público-alvo da empresa, do produto e sua aceitação pelo mercado, dos custos, das estratégias da organização.
  • Planejamento: definição das metas, objetivos e estratégias.
  • Organização: estrutura hierárquica e de cargos, definição de salários e benefícios, planos e aspectos operacionais.
  • Liderança: coordenação das equipes e departamentos, negociação com clientes e fornecedores, gestão de projetos.
  • Controle: acompanhamento da realização das atividades, do plano de metas, da distribuição de recursos, dos resultados alcançados.

Não podemos nos esquecer de que os altos salários que ess@s profissionais recebem são decorrentes da alta carga de trabalho que el@s suportam e da responsabilidade que possuem.

Tomar decisões exige, além de conhecimento e análise, uma grande disposição para correr riscos. Uma escolha pode levar a companhia à ruína ou ao sucesso. Portanto, ess@s profissionais carregam uma enorme responsabilidade.

Habilidades necessárias

Como vamos falar no próximo tópico, a área de graduação de um/a profissional não é o principal fator que @ leva a ocupar um cargo executivo. Mesmo que el@ tenha formação em diferentes cursos (marketing, administração, recursos humanos, economia…), são algumas habilidades pessoais que garantem o destaque que a função exige.

Como podemos imaginar, a habilidade de liderança é a mais requisitada d@s executiv@s. El@s precisam “fazer as coisas acontecerem” dentro de uma empresa, e isso se faz por meio do trabalho das pessoas.

Por isso, @ executiv@ precisa ser aquel@ profissional que consegue inspirar uma visão e mobilizar pessoas. Somente dessa forma @s colaborador@s empenharão os esforços necessários para atingir os objetivos da organização.

Além disso, @ executiv@ deve ter um bom conhecimento quanto a diferentes modelos de negócio. Essa habilidade vai fazer com que el@ saiba analisar o mercado e encontre os melhores caminhos para obter resultados de sucesso.

Outras habilidades muito valorizadas e que podem dar ao (à) profissional o acesso a um cargo executivo são: visão estratégica, capacidade de negociação e, principalmente, muita responsabilidade para assumir os rumos de uma organização.

Que diploma ajuda a conquistar o cargo?

Para alcançar a carreira de executivo, não é necessário ter uma formação específica. Afinal, não existe uma graduação com o objetivo de prepará-l@s.

Porém, isso não significa que alcançar essa posição seja fácil, pois requer uma vasta experiência profissional, conhecimento específico sobre determinadas áreas, além de uma série de talentos e habilidades que já mencionamos no item anterior.

Um fato que @ profissional precisa ter em mente é que el@ precisará tomar decisões corretas e dirigir a empresa (ou mesmo um departamento) de forma adequada. Para isso, precisa de conhecimento prático e profundo a respeito do negócio da empresa.

El@ precisa realmente dominar processos e detalhes do ramo em que a organização atua. Com isso, el@ conhecerá os procedimentos mais comuns da área, será capacitad@ a melhorá-los para ganhar qualidade e eficiência, poderá enxergar oportunidades e atuar para aproveitá-las em benefício da companhia.

Que cursos são indicados para quem deseja seguir a carreira de executivo?

Mesmo que não haja um curso superior específico para formá-los, muit@s d@s executiv@s iniciaram sua carreira após investirem nas seguintes graduações:

Administração de empresas

O foco do curso é preparar @ estudante para administrar organizações e liderar equipes, em outras empresas ou em seu próprio empreendimento.

A graduação desenvolve a capacidade de compreender todas as áreas de um negócio, enxergar as oportunidades que o mercado oferece e encontrar as melhores alternativas para aproveitá-las comercialmente.

Processos gerenciais

Essa graduação permite que @ estudante tenha uma visão atualizada e mais abrangente da área dos negócios. Com ela, @s profissionais estão aptos a montar estratégias, gerenciamentos e logísticas para garantir a eficiência e produtividade das organizações.

Marketing

O marketing é uma das áreas mais relevantes no mundo empresarial. @s estudantes são preparados para estudar, identificar, mensurar e aproveitar as chances que o mercado oferece para impulsionar negócios e gerar faturamento para as organizações.

Recursos humanos

Esse curso prepara @ profissional para lidar com o principal ativo das organizações: seus recursos humanos. El@ aprende a contratá-l@s, treiná-l@s e desenvolvê-l@s para que alcancem seu potencial em plenitude, gerando resultados para a empresa e realização pessoal.

E depois da graduação?

Como você pode imaginar, um cargo tão importante não é concedido a determinad@s profissionais apenas porque conquistaram um diploma de curso superior.

Para se tornar um/a executiv@ de sucesso, @ profissional precisa entender que a graduação é apenas o primeiro passo. A partir desse ponto, el@ deve investir em um longo processo de desenvolvimento pessoal.

Atualmente, não se concebe um/a profissional de sucesso que não invista constantemente em seu próprio aperfeiçoamento e em educação contínua. Por isso, algumas iniciativas são essenciais:

Educação contínua

Em muitas áreas, os cursos de graduação têm um currículo estruturado para fornecer uma formação generalista. Isso não é um defeito, e sim uma característica das faculdades.

Então, um/a administrador@ terá conhecimentos em Direito, Administração, Contabilidade, Gestão de Pessoas, Gestão de Processos, Marketing e muitas outras áreas, mas nada de forma profunda.

Quando termina a faculdade, @ estudante sabe de tudo um pouco e domina o básico para iniciar sua carreira. Ao entrar em uma empresa, el@ tem contato com outras necessidades: aquelas que são específicas de cada setor.

Por isso, depois de algum tempo, el@ precisa voltar a estudar. A educação continuada — por meio de cursos de pós-graduação, especialização ou MBA — vai garantir que el@ aprofunde seus conhecimentos em alguns aspectos, tornando-@ mais preparad@ para atuar naquela área da organização.

Com o tempo, a combinação entre os conhecimentos adquiridos na formação contínua e experiência no cargo vão fazer del@ um/a profissional altamente especializad@. Esse é o primeiro passo para ser reconhecid@ por sua atuação e se tornar um/a forte candidat@ a cargos de liderança.

Intercâmbio

Além das multinacionais, que já baseiam seu planejamento estratégico na atuação em diversos países, muitas empresas nacionais também já entendem que precisam expandir seus negócios para outros mercados.

Por isso, elas procuram nov@s profissionais que tenham a capacidade de entender as demandas desses mercados para promover o crescimento da companhia. El@s recebem até mesmo um nome: jovens com cabeça global.

Uma das formas de se tornar uma dessas cabeças é investir em intercâmbios produtivos. Eles fazem com que @ futur@ profissional retorne com habilidades que adquiriu por meio da convivência com outras culturas.

Mais que isso, el@s sabem exatamente o que oferecer a esses outros mercados e como abordá-los para obter sucesso nas organizações e contribuir para a expansão da empresa.

Domínio de outros idiomas

Em um mundo globalizado, o domínio de outras línguas, especialmente o inglês, é essencial. Ele promove o acesso ao conhecimento, a capacidade para interagir com equipes multinacionais e a oportunidade de negociar sem intermediários e conseguir contratos vantajosos.

Coaching

Assim como @ aspirante a executiv@ precisa investir em uma formação contínua, também deve reservar tempo e recursos para a realização de um trabalho de coaching.

Lembre-se de que, da mesma forma que você, outr@s profissionais estarão em busca dessa oportunidade. Por isso, é provável que el@s invistam em um projeto de desenvolvimento individual parecido.

A vantagem do coaching é que ele promove um desenvolvimento realmente individualizado. @ coach ajuda você a identificar seus pontos fortes e fracos, além de apontar soluções para adquirir os conhecimentos e habilidades que precisa.

Dessa forma, você se tornará um/a profissional complet@ e apt@ a desempenhar suas funções no cargo com competência.

Quais habilidades preciso desenvolver por conta própria?

Nem todas as habilidades esperadas de um/a executiv@ podem ser aprendidas em sala de aula. Por isso, seu desenvolvimento precisa abranger uma lista de conhecimentos e competências que devem ser adquiridas no dia a dia.

Lembre-se de que, antes de estar habilitad@ para dirigir uma empresa, é preciso demonstrar sua capacidade para dirigir a própria carreira. Portanto, cabe a você a iniciativa de avaliar suas próprias conquistas e correr atrás dos requisitos que deve adquirir. Vamos pensar em alguns deles?

Visão sistêmica

Não é pequeno o número de trabalhador@s que acreditam que simplesmente chegar à empresa e executar suas tarefas mínimas é o suficiente. Em sua concepção, são “pag@s apenas para isso”.

Porém, esse não é o caminho para se tornar um/a executiv@. Para dirigir um departamento ou uma empresa, é importante ter disposição para assumir grandes responsabilidades e saber como cada pequena atividade realizada pel@s colaborador@s contribui para o resultado geral da organização.

É preciso entender como as funções e os departamentos se relacionam, e compreender o papel de cada um na concretização dos objetivos organizacionais. Isso é chamado de visão sistêmica, uma habilidade fundamental que não é ensinada, mas que depende do interesse d@ profissional em conhecer os processos e procedimentos da empresa.

Capacidade para se adaptar a diferentes cenários

Mesmo que um/a executiv@ esteja plenamente preparado para enfrentar os desafios do mundo dos negócios hoje, el@ precisa se adaptar às mudanças de um mercado em transformação.

O cenário econômico muda, a tecnologia evolui e as expectativas d@s clientes e da sociedade também. @ executiv@ precisa analisar esse quadro para antecipar essas mudanças e preparar a empresa para estar sempre à frente da concorrência e antenada aos desejos d@ consumid@r.

Habilidades interpessoais

Entre as mais importantes habilidades para um/a executiv@ está a sua capacidade para se relacionar com pessoas e obter resultados por meio delas.

El@ precisa se relacionar com fornecedor@s, funcionári@s, gestor@s de outras equipes e todo um grupo que precisa tanto de inspiração quanto de orientações práticas e, por isso, sua forma de interagir com essas pessoas é fundamental.

As habilidades interpessoais de um/a executiv@ contribuem para:

  • a retenção de funcionári@s com alto nível de desempenho, que permanecem em uma organização quando o modelo de gestão produz valorização e engajamento;
  • o estabelecimento de um ambiente de trabalho mais agradável, o que contribui para a produtividade d@s funcionári@s;
  • o entendimento dos processos da empresa, a detecção de falhas e a correção de problemas, pois a comunicação e o bom relacionamento estimulam a cooperação em prol de uma solução;
  • a construção de uma reputação para a organização como boa empregadora, o que faz com que ela seja procurada por excelentes profissionais disponíveis no mercado — e o resultado disso é a melhoria na performance da equipe;
  • a mobilização e motivação de pessoas para que elas realmente se empenhem e façam o que for necessário para alcançar os objetivos da organização.

Qual o futuro da carreira de executivo?

Com as mudanças no mercado de trabalho, espera-se que @s executiv@s estejam preparad@s para lidar com as principais tendências e saibam transformá-las em vantagens competitivas para as organizações. Conheça algumas delas:

Flexibilidade

De forma geral, espera-se que nos próximos anos o mercado abra possibilidade para opções de trabalhos mais flexíveis. Isso é válido também para executiv@s e suas equipes.

Atualmente, a tecnologia já permite a prática do home office por parte de muitas organizações. A expectativa é que essa possibilidade se amplie, e que as equipes e diversas funções sejam executadas ou gerenciadas dessa forma.

Automação de processos

A alta competitividade do mercado obriga as empresas a serem mais produtivas. Por isso, @s gestor@s precisam entender que a automação de processos é fundamental para tornar os negócios mais rentáveis, precisos, ágeis e confiáveis.

A inovação que promove a automação não pode ficar de fora da pauta das principais companhias. Ela é uma ferramenta fundamental para gerar excelência e elevar uma marca diante de um mercado exigente e competitivo.

Mais anos no trabalho

Não é só o cenário econômico ou as possíveis reformas trabalhistas e previdenciárias que afetam o tempo de trabalho d@s executiv@s. Em muitos casos, a iniciativa para permanecer mais anos no posto é uma opção pessoal.

De uma forma completamente diferente do que muit@s pensam, permanecer mais tempo na carreira não é simplesmente uma opção econômica. Para ess@s executiv@s, trata-se de “gostar do jogo” e saber que sua condição de bom / boa jogador/a ainda pode render muitos negócios extraordinários.

Por isso, estudos mostram que uma das maiores dificuldades que @s executiv@s em fim de carreira enfrentam é justamente decidir o momento de se afastar dos negócios. El@s se acostumaram a encarar desafios e a desfrutar do status que o sucesso proporciona, e não se sentem à vontade para abrir mão dessa situação.

Outro aspecto que retarda a aposentadoria de executiv@s é justamente o senso de que sua experiência pode ser convertida em uma contribuição para a sociedade. El@s têm muito a ensinar para quem está iniciando a trajetória hoje — e esse é um motivo para continuarem ativ@s.

Dedicação a uma nova carreira como consultor ou empreendedor

É justamente esse papel de contribuição que leva muit@s executiv@s a investirem em novas carreiras como consultores ou empreendedores.

A consultoria é uma forma de compartilhar conhecimento, participar na formação de nov@s líderes e ajudá-l@s a analisar as possibilidades de forma mais madura e evitar os erros que ess@s executiv@s experientes enfrentaram no passado.

Já o empreendedorismo é uma alternativa mais “aventureira”. Durante anos, muit@s dess@s profissionais sonharam em ousar nos negócios, mas tinham um compromisso com resultados e a sobrevivência de grandes companhias já estabelecidas que @s levaram a adotar posturas mais conservadoras.

Agora, ao final da carreira, el@s podem se dar ao luxo de iniciar um novo empreendimento, sem grandes pretensões, no qual possam praticar essas ousadias e ver como elas funcionam no mercado. Com estabilidade financeira, é possível direcionar uma parte dos recursos à realização de sonhos ou ao enfrentamento de novos desafios.

Entendeu o que é preciso para seguir a carreira de executivo e como você pode se tornar um/a? Quer participar de um programa que vai ajudá-l@ a se preparar para esse desafio e sair à frente d@s concorrentes? Então, conheça agora mesmo o programa Futuro Executivo e comece uma trajetória vitoriosa!

Category:
  Carreira

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