Como se proteger da crise econômica do Brasil?

By Comunicacão FAPPES 3 anos ago

POR BRUNO SARUÊ

O Brasil está, novamente passando por uma crise econômica. E os indicadores econômicos só deixam esta situação mais evidente: a expectativa de inflação está entre 6,45% e 7,5% para o fim do ano – bem longe dos 4,5% previstos como meta pelo governo; a expectativa de crescimento do PIB no ano de 2014 gravita entre uma alta de apenas 0,27% e a recessão (o primeiro semestre do ano fechou com recessão técnica). Os dados demonstram que o país está enfrentando um dos piores momentos econômicos dos últimos 20 anos e também um dos menores ciclos de crescimento de sua história.

Mas não é só o Brasil que enfrenta um cenário econômico ruim. A China vive o ano de menor crescimento econômico desde a crise de 2008. Os Estados Unidos tiveram sua expectativa de crescimento reduzida de 2,6% para 2,1%. O crescimento do PIB da Eurozona para 2014 foi revisado de 1,2% para 0,8%.

Diversos os países Sul-americanos, também, reduziram sua previsão de crescimento. As previsões mostram que o mundo ainda não conseguiu se recuperar da crise de 2008 e que há mais turbulência nos radares.

Esse cenário pessimista nos faz refletir sobre o futuro de nosso país e sobre o futuro das empresas e empresários brasileiros. Períodos de crise costumam trazer sérios impactos para os empresários e suas famílias.

Sob a ótica das empresas, períodos de desaceleração econômica costumam apertar o caixa, reduzir investimentos e gerar desemprego (o que enfraquece o poder de compra dos consumidores), valendo lembrar que a demissão de funcionários não é barata em nosso país.

Sob a ótica do empresário, momentos de crise costumam reduzir seus ganhos e podem trazer impactos para seus bens pessoais, com a bloqueio on-line de contas e aplicações, além da penhora de imóveis, causando perda de patrimônio.

É possível, no entanto, se preparar para períodos de crise como esse, evitando a perda dos bens duramente construídos ao longo dos anos. Diversos instrumentos podem ser utilizados para estruturação de patrimônio visando preservá-lo: empresas holding, doações, testamentos, dentre outros tipos de estruturas jurídicas.

É importante, porém, frisar: a proteção patrimonial não deve ser pensada somente depois que a empresa ou empresário estiverem enfrentando problemas financeiros e bloqueio de bens. O momento de início é a chave para definir se o planejamento será sustentável, ou seja, se realmente será capaz de proteger os bens, ou, se será apenas um paliativo para ganhar tempo num momento de grave crise financeira. Quanto antes se iniciar o planejamento, melhor.

Para garantir efetividade ao planejamento, uma série de informações precisam ser analisadas: quais são os riscos em relação aos quais se quer proteção? Quais riscos podem impactar mais rapidamente o patrimônio? Quais bens se quer proteger? Como está organizada a família do empresário (ou diretor de empresa)? Qual seu regime de casamento? Os filhos são casados ou moram em união estável?

O bom planejamento patrimonial precisa levar em conta as informações da empresa, mas, também da família. Se o empresário pensar somente nos riscos trazidos pela atividade empresarial, poderá negligenciar riscos que a estrutura familiar podem acarretar (como um divórcio).

Momentos de crise econômica, como o que estamos vivenciando, acendem o alerta: está em cima da hora para se implementar as estruturações patrimoniais. É preciso se informar e se preparar para não deixar para última hora. Aí poderá ser tarde e a perda de bens irreversível.

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